quinta-feira, 31 de maio de 2018

Ponto de Vista: Intervenção / diretas já

    Intervenção / diretas já



        Por: Rebert Machado

A finalidade deste artigo é fazer o leitor decidir pelos seus pensamentos e suas conclusões, ter uma visão ampla das duas medidas que deveria ser adotadas em separado, como opções não distintas.

Primeiro vamos falar da intervenção, essa palavra anda produzindo muitos debates, inclusive a mídia dos tubarões consegue misturar propositalmente com ditadura, misturam por medo de uma intervenção que possa passar a limpo tudo, até seus impostos e negociatas ao longo de décadas.

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Notem que até o alto comando anda desacatando essa possibilidade de intervenção, pode ser porque a vida esta boa, o salário mais os adicionais que serão incorporadas nas aposentadorias farão diferença. Assim podemos pensar que poderia ser uma opção ótima, mas também vamos a outro ponto, regressão política perante a comunidade internacional, regressão sim, pois alcançamos o status de país democrático em pleno exercício de direitos civis.

Todos os lados tem seus prós e contras, falar que intervenção é ditadura, lógico que os órgãos de comunicações comprometidos em desvios e não pagamento de impostos o farão, é um risco a sua impunidade fiscal e comportamental.

Mas vamos pausar a intervenção e vamos ao sentido de diretas já, no cenário que hoje se apresenta quem seriam os candidatos, podemos ver já pelas pré-candidaturas apresentadas, as velhas caras e os mesmo partidos viciados em pegar dinheiro na mão grande dos contribuintes. Haverá sim quem queira as diretas, os cabos eleitorais e os patriopanças da nação, esses querem apenas o bem próprio, por isso brigam animalescamente por seus redutos políticos.

Então como reportei antes as medidas devem ser adotada em separado, intervenção com base na constituição, que não tem nada haver com ditadura, e posterior uma eleição direta com partidos e também candidaturas isoladas, apartidárias.

Agora vem a questão crucial, quase todos se perguntam, porque os militares não tomaram a iniciativa até o momento, alguns falam que a vida esta boa para eles, porque mexer em um soldo garantido na integralidade e seus benefícios como os cargos de comandantes militares, há outra tese que estão esperando a hora certa, mas o caos esta instalado no Brasil imperial dos monarcas políticos, que tudo podem em nome da lei que eles mesmos elaboram e aprovam.

A intervenção tiraria muitos privilégios e o povo não está acostumado em perder algo em nome do bem comum, da coletividade, da nação. Talvez ai seja a grande celeuma do ser humano. Poderá um povo sobreviver em uma gangorra esperando sempre estar por cima um dia?

Cabe aqui a maior de todas as decisões de uma nação, ou assinamos a queda da bastilha ou continuaremos a habitar os porões dos imperadores desta grande monarquia dos partidos e seus asseclas.

Rebert machado

Rebert Machado – 54 Anos, casado, Empresário, Bacharel em Direito pelo Centro Universitário Serra dos Órgãos – FESO, pós Graduado em Direito do Processo Civil e  Direito do Processo Penal pela Universidade Candido Mendes,  Morador de Teresópolis – RJ


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