terça-feira, 24 de novembro de 2015

CUT-MG denuncia que empreiteira interfere em investigação em Mariana

Samarco controla políticos, vítimas e jornalistas

Denúncia de Beatriz Cerqueira, da CUT-MG: empreiteira interfere na investigação

Escrito por: Beatriz Cerqueira, via Revista Fórum • Publicado em: 23/11/2015 - 17:07 • Última modificação: 23/11/2015 - 17:15


Após 12 dias do rompimento das duas barragens de rejeitos da Samarco/Vale/BHP, em Mariana, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou a primeira audiência pública, em Belo Horizonte, para debater o assunto.

Em tese, seria o momento para que deputados estaduais ouvissem os atingidos pela tragédia e órgãos do governo e de fiscalização colhessem informações para os trabalhos da Comissão Especial recém-criada.

Mas a audiência se transformou na mais demagógica atividade protagonizada por nossos políticos. Era uma audiência conjunta com a Câmara dos Deputados. Mas estes, após tirar fotos, dar entrevistas à imprensa e falar primeiro, foram embora.

Tiveram o mesmo comportamento no dia anterior, na cidade de Mariana, durante a audiência da Comissão de Direitos Humanos: falaram, não ouviram ninguém e foram conduzidos pelas mãos bondosas da Samarco para conhecer o local da tragédia.

Na capital mineira, assistimos a uma deprimente reunião conduzida de modo a não ter efeito nenhum, apesar do esforço isolado de alguns deputados comprometidos com os movimentos sociais.

Ouvimos o Ministério Público falar em “acidente” e se vangloriar de um Termo de Ajustamento de Conduta com o qual a mineradora rapidamente concordou para melhorar sua imagem e cujos termos todos desconheciam. Ouvimos também o representante do Governo de Minas dizer que não podemos “satanizar” as mineradoras.

Poucos prestaram atenção quando uma convidada explicou que a empresa errou ao calcular os possíveis impactos do rompimento de barragem, considerando que atingiria apenas o distrito de Bento Rodrigues e não outras dez localidades, além de toda a bacia do Rio Doce.

Poucos se importaram com a fala do representante dos trabalhadores, que denunciou desconhecer as condições a que estão submetidos os 20 trabalhadores que estão na linha de frente da barragem de Germano, que está trincada.

Aliás, quem informou quantos trabalhadores estavam desaparecidos foi a empresa, livremente, sem qualquer fiscalização, pois ela impede que se tenha acesso à informações detalhadas.

Os deputados não entenderam nada do que o Padre Geraldo disse, de que é preciso respeitar os atingidos, os verdadeiros protagonistas dessa história. Só que, infelizmente, os protagonistas foram os próprios deputados, na maioria preocupados em falar e não em ouvir.

Enquanto isso o povo atingido está nas mãos da Samarco, que atua livremente em Mariana e região. Onde está o Estado? Ainda não chegou. A Samarco já está presente, contrariando o lamento da deputada desavisada que reclamou da suposta ausência da Samarco. O desconhecimento da realidade leva a equívocos assim.

A Samarco está mais presente do que nunca: demitiu no dia anterior à audiência 90 trabalhadores terceirizados, dos quais muitos já eram vítimas da tragédia, pois suas famílias perderam tudo na lama.

A Samarco controla todo o acesso aos atingidos que estão nos hotéis e pousadas da cidade, impedindo que se organizem livremente.

A Samarco reúne-se com os atingidos sem nenhuma proteção do poder público. Nas horas das infinitas reuniões com a população, não há Ministério Público nem Governo do Estado presentes e os movimentos sociais são impedidos de acompanhar.

A Samarco controla a cena do crime e chega a selecionar quais jornalistas podem entrar. Assim como controla o acesso da população ao Comando de Operações da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros, que funciona dentro da sede da empresa.

Livremente, a Samarco chantageia a cidade de Mariana pelo poder econômico e pelos impactos que a suspensão do seu trabalho na região causará, como se não tivesse que dar assistência à cidade por todos os prejuízos causados.

Pelo que se vê, muita gente já está dando retorno ao investimento que as mineradoras fizeram nas eleições de 2014. Na verdade, quem está pagando esta conta é povo!

Fonte: CUT

Juiz Sergio Moro incorpora Silas Malafaia e diz estar "pregando no deserto"

Juiz Sergio Moro "Pregando no Deserto"

O paladino da justiça Sergio Moro, parece que acordou da euforia global e do brilho dos holofotes que o embriagaram.

Sua alucinação de poder chegou a tal ponto, que ele rasgou a Constituição Federal, cometendo atos absurdos e abusivos, a ponto de necessitar de uma postura mais severa por parte do Supremo Tribunal Federal.

Depois de tomar algumas atropeladas do STF, com o fatiamento da Operação Lava Jato e das declarações do Ministro Teori Zavascki que disse ser " Medieval" as atitudes de Moro, o pobre juiz de salário bem avantajado cumpre agora seu percurso no muro de lamentação dos derrotados frustrados.

Conforme matéria abaixo da Agência Brasil, nosso juiz paladino parece ter incorporado o pastor Silas Malafaia e  afirma estar "pregando no deserto". 

Estas pregações de Moro se explica,  porque ele sente que seu poder descomunal de juiz esta se esvaindo de suas mãos, e assim, o plim plim não vai mais estampa-lo no jornal global das oito.

Só que a expressão usada por Moro de estar "pregando no deserto", pode ter ainda uma outra conotação, pois, sentindo que a mídia global esta se debatendo a procura de ar entre o mar de lama que escorre de Santa Maria, talvez ele (Moro), por um milagre possa ter se convertido a força dos Dez Mandamentos de Edir Macedo, e assim,  tentar a salvação.

Pelo que vemos, melhor seria que Sergio Moro se lamentasse sobre a cantareira, pois, como bem propagandeia o governo do PSDB em São Paulo cada gota vale ouro.

Veja abaixo a matéria na integra da Agência Brasil

Operação Lava Jato está "pregando no deserto", diz Sérgio Moro

O juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal, disse que a operação “é uma voz pregando no deserto”. A afirmação foi feita no fim da tarde de hoje (23) durante o Fórum Aner (Associação Nacional dos Editores de Revistas) de Revistas 2015, ocorrido no Hotel Renassaince, em São Paulo.

Segundo ele, a Lava Jato, que ainda está em andamento, mostrou “indícios de corrupção sistêmica, profunda e penetrante no âmbito da administração pública” do país e, apesar disso, de acordo com Sérgio Moro, não houve respostas "institucionais" diante da insatisfação popular contra a corrupção.

“No caso da Petrobras, por exemplo, há indícios que todos os grandes contratos envolviam o pagamento de propina. O nível de deterioração da coisa pública é extremamente preocupante”, disse. “A quantidade de pessoas nas ruas revelou insatisfação e não tivemos respostas institucionais mais relevantes”, acrescentou.

Para o juiz, a corrupção não será exterminada por operações como a Lava Jato ou por ações com a Penal 470 (processo do mensalão), mas com mudanças nas instituições. “Não vai ser a Operação Lava Jato que vai resolver o problema da corrupção no país. Não serei eu que resolverei isso. Não foi a Ação Penal 470 que resolveu o problema da corrupção no Brasil. Mas o que nós, como cidadãos, vamos fazer a partir de agora? Para isso, precisamos ter melhora nas nossas instituições, e não vejo isso ocorrendo de forma alguma”, disse.

Em uma entrevista rápida aos jornalistas, Sérgio Moro falou também sobre a lei que regulamenta o direito de resposta, sancionada este mês pela presidenta da República, Dilma Rousseff. Para o juiz da Operação Lava Jato, a lei precisa ser mais clara. “Parece-me que ela ficou um pouco vaga em delimitar o direito de resposta. Em que circunstâncias deve se permitir o direito de resposta? Mesmo se a notícia for verdadeira, por exemplo? Nisso a lei não é clara”, disse. Segundo ele, se a lei for mal utilizada, ela poderá servir como instrumento de censura.

“Não digo que foi essa a intenção, mas se mal utilizada pode acabar resultando [em censura]”. “A minha crítica não é contra o direito de resposta em si, isso é assegurado constitucionalmente e, em princípio, amplia o debate. Mas a forma, o procedimento, a vagueza da lei em não estabelecer as hipóteses em que esse direito deve ser exercido acabam possibilitando que ela seja usada como instrumento de censura”, acrescentou.

Durante a palestra na Aner, Sérgio Moro abordou o papel investigativo da imprensa com o tema: Operação Lava Jato – O jornalismo investigativo de qualidade como pilar da democracia e das instituições brasileiras. O juiz defendeu a publicidade da Operação Lava Jato, segundo ele, garantida pela Constituição Federal.

“A democracia e a liberdade demandam que as coisas públicas sejam tratadas de forma pública. A Constituição deu uma resposta bem clara de que a publicidade tinha que ser ampla. Com a ressalva, no processo penal, de que temos resguardado sigilo quando há prejuízo à investigação”. Segundo Sergio Moro, não se pode falar que houve vazamento durante a operação. “Não se pode falar de vazamento quando o processo é público”, afirmou.

Por: Gilberto Braw com informações da Agência Brasil

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Politica

Conselho de Ética se reúne para leitura de parecer sobre processo contra Cunha

Dep. Fausto Pinato  PRB/SP


O Conselho de Ética da Câmara faz amanhã (24) reunião para a leitura do relatório preliminar sobre processo contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Marcada para a última quinta-feira (19), a leitura do parecer do deputado Fausto Pinato (PRB-SP) pela continuidade das investigações contra Cunha foi adiada após o início da ordem do dia na Casa antes do horário habitual.

Naquele dia, a sessão no Plenário foi aberta às 10h44, determinando o fim da reunião do conselho, uma vez que o Regimento Interno da Câmara impede a votação nas comissões quando se inicia a “ordem do dia”. Deputados questionaram o início da sessão, aberta, segundo os parlamentares, antes do “habitual” e consideraram o ato uma manobra de Cunha para adiar o processo na Comissão de Ética.

À tarde, após o encerramento das atividades no Plenário, o presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo (PSD-BA), chamou nova reunião do colegiado, mas o presidente em exercício da Câmara, Felipe Bornier (PSD-RJ), cancelou a reunião, o que gerou revolta nos deputados que deixaram o plenário aos gritos de “vergonha!” e “fora, Cunha!”. Com a repercussão, Cunha suspendeu decisão de Bornier, que é Segundo-Secretário da Mesa Diretora.

O pedido de cassação do mandato de Cunha foi protocolado no dia 13 de outubro pelo PSOL e a Rede. Cunha foi denunciado ao Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de ter recebido US$ 5 milhões em propina do esquema investigado pela Operação Lava Jato.

O pedido tem por base documento encaminhado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), atestando como verdadeiras as informações de que Cunha e parentes têm contas secretas na Suíça e que teriam recebido dinheiro fruto do pagamento de propina em contratos da Petrobras. O parlamentar nega e diz que os recursos no exterior vêm de negócios de venda de carne no continente africano.

Na reunião desta terça-feira o Conselho de Ética também deve apreciar o parecer preliminar do deputado Washington Reis (PMDB-RJ) referente à representação do PCdoB contra o deputado Alberto Fraga (DEM-DF).

O partido entrou com o pedido após Fraga ter afirmado, durante sessão plenária, que "mulher que participa da política e bate como homem, tem que apanhar como homem", em referência à deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ). O parlamentar disse que não fez apologia da violência física contra mulheres, mas que se referiu ao debate político.

Fonte: Agência Brasil

Governador de SP é derrotado no TJ, alunos e professores ganham força em ocupação de escolas

Desembargadores entenderam que alunos não querem morar em escolas ocupadas

O Tribunal de Justiça de São Paulo, negou hoje liminar ao governo do estado de São Paulo que requeria a desocupação das escolas.  

As escolas foram ocupadas desde que o governo Geraldo Alckmin -PSDB, anunciou a reestruturação escolar que tem como mote principal o fechamento de 94 escolas.

No entender dos desembargadores que proferiram a decisão na manhã desta segunda (23), não há uma questão possessória. Ou seja, os estudantes não querem ocupar as escolas para morar nos locais, e sim discutir a questão da reorganização do ensino colocado pelo governo paulista para 2016.

O julgamento ocorreu em função de um recurso apresentado pela Procuradoria-Geral do Estado. O TJ-SP já havia negado a reintegração de posse de uma das escolas ocupadas.

A ação vai  continuar tramitando na corte, o TJ pretende fazer mais uma audiência de conciliação entre estudantes e  Secretaria de Educação para discutir a reforma.

Já são 86 as escolas ocupadas segundo a  secretaria estadual de educação, 42 apenas na capital. O sindicato dos professores (Apeoesp) fala em outros 17 prédios com ocupação de alunos, pais, professores e outros manifestantes contrários à reformulação do ensino, somando 103 instituições na conta do sindicato (49 na capital).

Contrariando todas as previsões de que o TJ-SP novamente teria uma posição favorável ao governo estadual, desta vez, o TJ mostrou estar antenado nos movimentos da sociedade que, claramente rechaça a proposta do Governo Alckmin de fechar escolas, superlotando assim as salas de aula e precarizando o ensino publico.


Esta derrota imposta pelos estudantes, professores e familiares ao governo do PSDB, favorece o crescimento do movimento.

Diante da impossibilidade do uso de força policial (marca do governo Alckmin), para desocupar as escolas, a tendência é que muitas outras escolas sejam ocupadas, colocando uma faca na jugular do Governo do estado e de seu projeto nefasto e absurdo.

Por: Gilberto Braw

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Servidor da Fundação Casa derrota corregedoria e politica nefasta do PSDB e é reintegrado pelo TST

O guerreiro  Jefferson Justino Martins esta de volta e de cabeça erguida
A exatos 5 anos e 1 mês, no dia 16 de outubro de 2010, num sábado, às 17:30hs, Jefferson Justino Martins servidor da Fundação casa de São Paulo, recebia um telegrama que desferia o maior golpe de sua vida pessoal e  profissional.

Com os olhos cheios de lágrimas, indignado, foi amparado nos braços por sua esposa, que ao ler o telegrama também chorou e se revoltou, mas acima de tudo, ambos juntos e muito unidos pelo amor e pela fé sairam a luta contra tal injustiça.

No texto trazido no corpo do telegrama, a mensagem medíocre emitida pela Direção da Fundação Casa de São Paulo, avisava sobre o desligamento do profissional que a mais de 19 anos prestava serviços com honra a instituição.

Guerreiro e grande pai
Apoiados em um processo administrativo fajuto, viciado e fraudulento, onde os princípios constitucionais foram rasgados. Sem direito de defesa, um Processo Administrativo instaurado em cima de uma sindicância do ano de 2006, sindicância que havia sido concluída com o pedido de arquivamento, que deixava bem claro  que ele não havia praticado falta funcional.

No então, o  corregedor geral que à época dos fatos não sabia o  que era Fundação Casa, simplesmente por pura perseguição politica instaura o Processo e o demite, contrariando todos os preceitos legais, constitucionais e éticos em tempo recorde de  4 meses de  forma  sumária.

A perseguição politica da corregedoria a exemplo do que vem acontecendo hoje, foi concluído cheio de irregularidades e vícios, sem ouvir nenhuma  testemunha, sem que houvesse qualquer dado novo, de relevância para concluir pela demissão.

Guerreiro e grande marido
Mas esta postura persecutória do corregedor contra Jefferson Justino Martins, tinha um claro motivo. Jefferson com mais de 19 anos de Fundação, era reconhecidamente uma liderança entre os trabalhadores, em especial detre aqueles que ele já havia conduzido no dia a dia, nos cargos de coordenador e de diretor de unidade, o que amedrontou a direção da instituição.

Mas Jefferson não era apenas um líder nato entre os servidores, ele se opunha negando-se a fazer o papel sujo imposto pela direção da instituição e corregedoria que, visivelmente impunha uma politica absurda para que os cargos de confiança criassem meios para prejudicar e demitir os servidores.

Remanescente do pátio, forjado em muitas rebeliões, adepto do pensamento de coletividade, respeito  e união entre o corpo funcional, disse ele não a proposta da administração em fritar pais e mães de família em processos viciados com o intuito de esconder a incompetência administrativa da gestão governamental.

Mas se nosso caro navegante acha isso absurdo, ainda não viu o maquiavelismo da politica nefasta do Governo do PSDB frente a gestão da Fundação Casa.

guerreiro e grande amigo
Para que não houvesse possibilidade dele se safar da justa causa, a administração promoveu a demissão num sábado, mas antes, o  mandaram recambiar alguns internos para cidades do interior, tirando ele de  cena por completo, para desta forma, concluírem sua demissão.

Atordoado, mas de cabeça em pé e com seu orgulho de profissional ferido, Jefferson não esmoreceu, levantou olhou para a frente e foi combater o bom combate. 

Buscou apoio em seus representantes legais, no entanto, o Sindicato virou as costas para ele, pois, era visível o acordo entre a direção sindical e a gestão da Fundação Casa. 

A entidade sindical chegou a cometer o absurdo de lhe negar assistência  jurídica, mesmo sendo ele sindicalizado, o que ele promete cobrar os prejuízos com gastos em advogado particular na justiça.

Foram 5 anos de muita dificuldade, gastando o que tinha e o que não tinha com advogado, para provar sua inocência e assim buscar sua reintegração.

Um guerreiro que não se deixa abater e hoje comemora a vitoria
Como todo chefe de família, precisava alimentar os seus e foi a luta labutando como motorista de Táxi a noite, colocando em risco sua própria vida. 

Sempre antenado nas questões da categoria, ajudou a organizar as duas ultimas greves, convocando para a luta todos aqueles servidores que nele sempre confiaram, aumentando assim o ódio e perseguição da direção da instituição.

Derrotado no processo judicial em primeira instância, nosso guerreiro se manteve firme, contando apenas com o apoio da família e de amigos leais. A guerra jurídica era intensa, a administração jogava todas as suas fichas, influência politica e argumentos covardes com o intuito de derrota-lo.

Em segunda instância, em função da falta de atenção do relator, novamente Jefferson foi derrotado. 

Mas como existe um Deus vivo que é o senhor da justiça e da honra de todos aqueles que guerreiam pela justiça, em decisão unânime, o Tribunal Superior do Trabalho determinou a reintegração deste honrado servidor.

A reintegração de Jefferson, não é apenas mais uma das milhares de batalhas que estão sendo travadas no judiciário, contra os absurdos cometidos pela administração de Berenice Giannela e de seu fiel escudeiro Jadir Pires Borba que comanda a corregedoria da instituição.

A reintegração de Jefferson traz a tona todos os abusos e absurdos cometidos por uma politica nefasta implantada pelo PSDB que, utiliza-se de um órgão que não existe legalmente, comandado por um corregedor que além de ter relações com a pastoral do menor em prejuízo aos servidores, foi reprovado em concurso publico para advogado da própria instituição, conforme observou em seu relatório o ex deputado estadual Antonio Mentor.

A jurisprudência criada pelo TST ao determinar a nulidade do processo administrativo que demitiu Jefferson Justino Martins, vai servir para desfazer os abusos e absurdos cometidos por esta corregedoria nefasta contra milhares de servidores da Fundação Casa de São Paulo comandada pelo PSDB.

Para nós do blog Gigi Fala Tudo, em especial para este jornalista que lhes escreve, foi uma honra e um orgulho enorme ser o primeiro a ser comunicado pelo próprio companheiro Jefferson de sua reintegração.

Depois de um forte abraço, com os olhos cheios de lágrimas pela vitória conquistada, este guerreiro que não se curvou as injustiças, que não aceitou vender seus companheiros para se manter em cargos, que se  manteve de cabeça erguida e com sua honra intacta, desabafou dizendo as seguintes palavras que abaixo reproduzimos. 

 "Foram 5 anos de tortura e de humilhações, sentindo na carne a dor da injustiça, de ser condenado por algo que não fiz. Fui perseguido, humilhado, achincalhado inclusive por pessoas que muito ajudei.

Deus, a família e verdadeiros amigos foram sua força
Dependi da solidariedade de amigos e familiares, alguns em especial, como Henrique Inocêncio, funcionário em Pirituba, Juliano Honório, funcionário da Vila Maria e do grande companheiro Gilberto Braw, ex presidente do Sitraemfa e editor do Gigi Fala Tudo.

Minha família esteve sempre comigo, minha esposa Maderleyne e minhas filhas Giulia e Yasmim que eu amo de todo meu coração e alma, que realmente fizeram a diferença para que eu me mantivesse em pé e de cabeça erguida.

Anos de luta que hoje fui contemplado, com a graça de Deus e estou retornando à fundação, reintegrado e confiante de que vou poder retomar minha dignidade que tentaram arrancar de forma covarde e injusta.

Lamento não poder ter contado com a ajuda do sindicato que sempre contribui, lamento ver que estou voltando e sem representatividade, sem sindicato, que corro o risco  junto com outros quatorze mil servidores  ser novamente demitido, pois a coisa esta caminhando pra isso.

A humildade de um guerreiro é o que o conduz a vitória
Mas espero que meu exemplo e dignidade sirva de espelho para esta categoria, que deve sim levantar a cabeça, colocar o orgulho a frente e ir a luta para defender não só o nosso emprego, mas esta instituição que tanto amo, que é publica e por tanto do povo e não desta gestão que age de forma abusiva como ficou provado em meu processo e no de centenas de outros servidores perseguidos.

Fui um agente íntegro, um coordenador de unidade e de segurança que nunca respondeu um P.A. Fui um diretor de unidade, nomeado por mérito e não por conchavos políticos, nunca agi à favor dessa cúpula que aí está, por isso paguei o preço, mas volto de cabeça erguida sem dever nada a eles. 

Paguei caro por dizer à verdade, mas a verdade prevaleceu e me libertou e voltei, agora cabe somente mostrar à justiça o que sofremos na fundação, onde somos acusados de coisas que não cometemos.

Paguei por um crime de coronéis, que infelizmente, o maior responsável, já se foi, o coronel Viana, pois o grupo que atuou na unidade que eu dirigia não era subordinado a mim e nem à fundação, eram pessoas da SAP conforme bem tem denunciado o Jornal Língua Afiada do Blog Gigi Fala Tudo.

Quero deixar esta mensagem a todos os servidores desta instituição, que tenham fé em Deus pois ele é justo, não se curvem a covardia ou a mediocridade. 

Nunca vendam sua honra e dignidade por cargos ou valores, pois não tem coisa melhor do que poder andar de cabeça erguida sem ser apontado por ninguém. Acima de tudo, confiem sempre em seus companheiros de equipe, de unidade e de Fundação, pois o dia que todos nós unidos como um só falarmos a uma só voz chega de abuso, podem ter certeza que toda a tirania vai cair e se espatifar no chão."

Nós do Blog Gigi Fala Tudo queremos parabenizar este grande guerreiro, que não se curvou a mentira, ao poderio governamental, e mais que isso, não traiu a categoria estando dentro ou  fora da instituição e, que seu exemplo sirva de exemplo e de motivo para que esta categoria tão sofrida, que vem sendo esfolada pela direção da instituição e enganada pela direção sindical, vá a luta e decrete nos próximos dias uma mega greve com uma unica finalidade, COLOCAR UM PONTO FINAL NA TIRANIA DA INSTITUIÇÃO E NA PATIFARIA DA DIREÇÃO SINDICAL.

Parabéns Jefferson Justino Martins por esta conquista, seja bem vindo guerreiro é isso que lhe deseja toda esta categoria.

Por: Gilberto Braw

Corinthians o Campeão dos Campeões - 2015






















"Salve o Corinthians, o campeão dos campeões, eternamente
dentro dos nossos corações". 

Ès tu, óh! Corinthians glorioso alvinegro do Parque, tu és motivo de orgulho, em meu peito explode a felicidade.

Trás em teu manto a bravura, em seu canto entoa liberdade, sou feliz campeão brasileiro, Corinthians, Corinthians pra sempre terás minha lealdade.

És o  maior  Corinthians,  és o meu amor primeiro, és a batida do meu coração, Corinthians, Corinthians, Corinthians dos clubes o mais brasileiro".

Corinthians Campeão brasileiro 2015." ( blog. Gigi Fala Tudo)


O Corinthians é o campeão Brasileiro de 2015. Com 3 rodadas de antecedência, o Corinthians dependia apenas dele. Liderando  o campeonato com 11 pontos de vantagem, sobre o segundo colocado seguia impávido rumo ao seu hexa.

Não bastasse o excelente desempenho ao longo do campeonato, o Corinthians mostrou maturidade e excelência ao administrar uma performasse e regularidade invejável. 

O Vasco marcou aos 27 min. da etapa final com Julio Cesar, mesmo perdendo, o alvinegro do Parque São Jorge se dava ao luxo de ser campeão, pois, o São Paulo batia o Atlético Mineiro por 3x2, o  que deixava o Corinthians ainda na vantagem absoluta.

Mas Corinthians é Corinthians, e o comandante Tite organizou o time e manteve o ataque. Com a entrada de Lucas o time ganhou mais velocidade. 

Após um cruzamento de Edilson, Lucca passa de cabeça pára o meio da área e Vagner Love marca aos 36 para coroar o titulo Alvinegro.

Parabéns a todo elenco Corintiano que jogou com o coração na ponta da chuteira, que não se abateu diante das adversidades encontradas. Mas temos que dar os parabéns para 3 figuras que se destacaram durante todo o campeonato.

Tite, que com dedicação, paciência e profissionalismo levantou a moral da tropa, demonstrando ser um dos maiores comandantes do futebol Brasileiro. A sabedoria de Tite, somados a sua Humildade, multiplicado pela seriedade de seu trabalho, criou a matemática perfeita para se obter esta fantástico resultado.

Jadson, um profissional que mostrou com suas atitudes seu valor e capacidade. Chegou no Corinthians meio desacreditado, mas com muito trabalho, dedicação galgou seu lugar no coração da fiel torcida.

Vagner Love, este mais do que trabalho, mostrou superação, com humildade aceitou as criticas, não as rebateu com palavras, mas com gols e com emprenho no seu trabalho. Mostrou a toda uma geração de jogadores que com dedicação, trabalho e humildade supera-se as dificuldades e transforma-se as lágrimas em sorrisos.

Parabéns Corinthians Campeão Brasileiro 2015.

Por: Gilberto Braw


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Geral

Tumulto na Marcha das Mulheres Negras foi racismo, afirma militante


Secretária de Combate ao Racismo da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação e militante do movimento negro, Iêda Leal considerou racismo o tumulto no início da tarde de hoje (18) entre participantes do acampamento dos movimentos pró-impeachment e as militantes da Marcha das Mulheres Negras em frente ao Congresso. A confusão causou pânico e terminou com a detenção de dois policiais civis que deram tiros para o alto.

Brasília - A militante do Movimento Negro, e representante da Marcha das Mulheres Negras, Yêda Leal, fala à imprensa após encontro com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto (Valter Campanato/Agência Brasil)
Segundo Iêda Leal, o conflito na marcha não fez parte da pauta com a presidenta DilmValter Campanato/Agência Brasil
“Nós chamamos isso de racismo. Queremos punição para as pessoas que agrediram não uma mulher negra, agrediram 50 mil mulheres que participavam da marcha para dizer que nós não aguentamos mais esse tipo de violência. A organização do evento vai fazer um boletim de ocorrência e buscar justiça pelo que houve”, afirmou Iêda, após reunião de representantes da marcha com a presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto.

Saiba Mais


Segundo a militante, o conflito na marcha não entrou na pauta com a presidenta Dilma. “Defendemos o fim do extermínio da juventude negra e viemos dizer para a presidenta que é necessária uma atitude bem organizada pelo fim da intolerância religiosa. Ela recebeu nossas reivindicações e vai continuar o diálogo. Temos uma pauta do Mês da Consciência Negra.”

A ministra das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Nilma Lino Gomes, disse que não poderia afirmar se houve racismo porque não estava no local, mas adiantou que as autoridades do Distrito Federal e do Congresso Nacional estão apurando os fatos.

Após receber as representantes da marcha, Dilma se reuniu com a subsecretária-geral das Nações Unidas e diretora executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, que também participou da marcha. Phumzile vai inaugurar hoje a programação global “Tornar o mundo laranja pelo fim da violência contra as mulheres”, iniciativa da ONU Mulheres.

Fonte: Agência Brasil

Fundação Casa e Sindicato Dão Outro Golpe nos Servidores (os terroristas estavam certos)



"O Gilberto e o Adriano Neiva são mestres em fazer terrorismo. Por isso não dou ouvido a eles e procuro desmentir na unidade", dizia a mensagem postada em um grupo  de wattszapp de servidores da Fundação Casa de São Paulo.

O autor da mensagem é um conhecido servidor que vive puxando saco de chefias e direções de unidade, sempre com o intuito de auferir algum ganho, entre eles, promoção para cargo de coordenador.

Gilberto  e Adriano, a quem ele se refere como "terroristas", são na verdade dois ex funcionários demitidos este ano por fazerem a luta em defesa da categoria e da manutenção de seus direitos. Gilberto inclusive, foi presidente do sindicato, tendo como  marca de  sua gestão a conquista da estabilidade de servidor publico para todos os servidores.

Através de informações obtidas por estas duas lideranças, o Jornal Língua Afiada (blog Gigi fala Tudo), publicou em julho deste ano matéria informando que os servidores da FC teriam que devolver parte do reajuste de seus salários pelo fato da FC ter impetrado recurso junto ao TST.



No entanto, a categoria profissional preferiu dar ouvidos a entidade sindical que anda de braços dados com a direção da FC. Como resultado, ontem saiu um comunicado do RH da Fundação Casa dando conta da redução do reajuste salarial e retirada de clausulas sociais que foram conquistados com a greve junto ao TRT de SP. 

Mas essa não foi a primeira facada desferida pelo governo do estado e direção sindical contra os trabalhadores, pois, a greve foi suspensa para que houvesse várias rodadas de negociação, ficando definido no tribunal um reajuste de 9%. No entanto, na hora em que foi julgado, o TRT reduziu o reajuste para 7,6% que agora com o efeito suspensivo passa a ser de 7,3%.

È certo que a diferença de 0,3% pagas a mais nos salários dos servidores, deverão ser ressarcidos aos cofres da FC, sob pena de responder pôr improbidade administrativa a direção da instituição caso não a cobre dos servidores.

Mas a decisão do TST não causa apenas o prejuízo financeiro aos servidores, causa outro prejuízo nas cláusulas sociais, entre elas a escala de trabalho 2x2, uma vez que  o recurso também tirou o direito das 3 folgas que de certa forma compensavam as diferenças das horas da escala.

Mas calma caro navegante isso não é tudo, com este efeito, volta a pauta a discussão da escala 5x2 em função da ação promovida pelo Ministério Publico do Trabalho de Bauru, por erro grosseiro da entidade sindical o processo foi julgado a revelia e encontra-se em fase de ultima instância, sem qualquer chance de reversão.

Como podemos observar, o fantasma da escala 5x2 volta a assombrar os servidores, mesmo tendo um grupo significativo do interior abraçado as mentiras pregadas pela direção sindical com o claro intuito de iludi-los e traze-los para fazer coro com a direção da FC e do sindicato.

Como um dia se confirmou muitas das adivinhações de mãe Diná, as previsões de nossos terroristas vem se concretizando e, para o desespero dos servidores da FC as ultimas não são nada animadoras.

Na previsão do nosso mago linguá afiada, os servidores vão tomar uma cacetada ainda maior entre os meses de Dezembro e Janeiro, com a perca do convênio médico e de outros benefícios. 

FC busca fazer os ajustes necessários para a privatização, fará a retirada dos benefícios com  auxilio do sindicato que já preparou o terreno, entregou a sede da entidade e a carta sindical para a rede conveniada que irá comandar os novos servidores da FC terceirizados.

Mas como tem servidor São tomé (precisa ver para crer), uma mensagem vinculada no wattszapp por uma servidora, dá conta que em uma reunião a presidente da FC teria deixado claro a mudança do regime dos servidores de Celetistas para estatuários, o que é um passo para transferir os trabalhadores para a secretaria de educação e com o fechamento das escolas demiti-los.

Como se vê, ou os servidores reagem rapidamente e aproveitam o momento critico de segurança por qual passam as unidades e fazem o enfrentamento pontual contra a direção da FC e sindicato, ou, acabaram na vala comum dos desempregados que se amontoam nas filas das agências de emprego.

Para evitar a tragédia, é fundamental que os servidores decretem um greve a revelia da entidade sindical, elejam uma comissão de negociação sem representantes da entidade para negociar. 

Concomitantemente com a greve, devem acampar na porta de todas as unidades da justiça do trabalho do estado e tendo como pauta da greve a segurança, o cumprimento do dissidio 20231/2004 julgado pelo STF e que esta em pleno vigor, a garantia de emprego, estabilidade, manutenção dos direitos e conquistas, a saída da atual presidência da FC, a anulação de todos os processos administrativos instaurados pela corregedoria da FC com base  na ilegalidade de funcionamento dela. Por ultimo, pedir anulação da assembléia que constituiu de forma ilegal o novo sindicato, afastamento da direção e uma auditoria na entidade sindical.

Somente diante destas ações e encaminhamentos os servidores poderão reverter a situação em que o sindicato os colocou e evitar a demissão em massa. Caso contrário, se preparem para o caos e para chuparem esta manga com muito sal, pois ela esta bem verde e azeda.

Aos que chamaram nosso redator de terrorista e agora assistem se concretizar suas previsões, deixamos o conselho que deu o Ricardo Boechart da TV bandeirantes "vão caçar uma rola".


Por: Gilberto Braw

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Justiça Suspeita de Ajuda Governo de SP a Criar Apartheid Social em Escolas e Remédios


São Paulo - Ocupação por estudantes da Escola Estadual Fernão Dias Paes, em Pinheiros, contra a reorganização das instituições de ensino proposta pela Secretaria Estadual de Educação (Rovena Rosa/Agência Brasil)
Estudantes ocupam escolas em São Paulo contra a reorganização das instituições de ensino proposta pela Secretaria Estadual de EducaçãoRovena Rosa/Agência Brasil
Infelizmente, a Justiça no Estado de São Paulo parece não trabalhar a favor dos cidadão e da sociedade, mas a favor de um governo nefasto e truculento, cujo o papel é escravizar a classe trabalhadora, jogar jovens nos calabouços da Fundação Casa e criar o Apartheid Social.

A concessão de liminares pelo Poder Judiciário para  obrigar os estudantes e professores a desocuparem as escolas, facilita que o Governador Geraldo Alckmin use da truculência policial para agredir estudantes e professores.

No mesmo sentido, a decisão do tribunal de Justiça de São Paulo que suspendeu as liminares que obrigavam a Universidade de São Paulo a fornecer aos portadores de câncer a Fosfoetanolamina, uma substância que tem se mostrado eficaz na cura desta doença.



Como se sabe, os desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo são indicados pelo governador do estado, cuja o partido está a mais de 25 anos no poder. Assim, fica bem fácil entender para onde pende a balança da justiça neste estado.

Se nosso caro internauta fizer um levantamento singelo em relação as decisões do TJ-SP diante dos embates realizados, seja de sindicatos contra o governo, sociedade contra o governo ou mesmo do MPE em ações populares contra o governo do PSDB, irá verificar que a maioria absolutas das decisões foram favoráveis ao governo, mesmo nas questões mais absurdas.

Observa-se também, que a maioria destas decisões acabam sendo derrubadas perante as instâncias superiores, o que fortalece  as duvidas se as decisões prolatadas pelo TJ são ou não politicas, ao invés de serem jurídicas.

Para contrastar esta suspeita, observe nosso caro internauta, se olháramos as decisões de outros tribunais como o TRF, TRT e TRE, veremos que ao contrário do TJ/SP, a maioria das decisões são favoráveis a sociedade, aos MPs e aos excluídos prejudicados, ficando a pergunta porque será?

Sera que isso ocorre porque os desembargadores destes tribunais não são indicados pelo governo do estado?. Será que isso ocorre pelo fato do governo do estado não conseguir ter interferência politica? Será que os desembargadores destes tribunais tem outra forma de interpretar o direito e olham com efetividade as previsões constitucionais?

Este tipo de constatação, deixa a impressão que o governo do PSDB controla não só o poder executivo, mas também o poder judiciário, ferindo assim a independência dos poderes previsto na CF/88.

O povo de São Paulo, em especial os excluídos tem que reagir a esta condição colocada, pois, o poder judiciário não pode ficar acoplado a decisões politicas de governantes nefastos como Geraldo Alckmin, ou, em descompasso com o que prevê a Constituição Federal, sob pena de ser implantado em todo o estado a politica neo liberal do Apartheid Social.

No caminho que anda a politica do PSDB e as decisões acopladas do TJ que autoriza o governo a fechar escolas e a colocar a vida de pessoas em risco, logo teremos implementado a construção de verdadeiros guetos e a proibição para que os mais desfavorecidos financeiramente deixem de frequentar os espaços públicos, a exemplo do que acontece com jovens da periferia, proibidos de ingressarem em muitos Shopping centers da capital.

Falar que no estado de São Paulo não existe uma discriminação e uma separação entre pobres e ricos é uma verdadeira mentira, pois isso acontece no judiciário a muito tempo, o que inclusive fundamenta o ditado popular " quem tem dinheiro tem justiça, quem, não tem chora e esperneia".

Como bem dizia o velho Bastião de Birigui "da cabeça de juiz e do bum bum de bebe não se sabe o que vai sair, ainda mais se o juiz ou o bebe for do PSDB"

Por: Gilberto Braw

Politica

Congresso decide manter veto de Dilma ao financiamento empresarial de campanhas


O plenário do Congresso decidiu manter o veto da presidenta Dilma Rousseff ao projeto de lei da minirreforma eleitoral (PL 5.735/13) quanto ao financiamento empresarial de campanhas eleitorais. Foram 190 votos a favor, 220 contra e 5 abstenções.

Eram necessários 257 votos para derrubar o veto. Com a manutenção do veto pelos deputados, não haverá necessidade da análise e votação dos senadores.



*Com informações da Agência Câmara

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Professores e Alunos são agredidos por policiais a mando do Governo Alckmin (Vídeo)

Policia usa de truculencia e agressão contra professores e alunos em escola ocupada

A  intransigência e a truculência do governo do estado de São Paulo no trato com professores e alunos, é de a causar revolta e indignação em quem assiste de perto este problema.

Os professores que mereciam respeito e atenção, são tratados como bandidos,  agredidos na sua carne, dignidade e honra. 

Alunos que ao invés de cometerem atos infracionais, buscam de forma legitima a garantia dos seus direitos constitucionais, são tratados pior que os internos da Fundação Casa, que ontem inclusive,  fizeram rebelião novamente. 

Porém, o mesmo Governo levou bem mais de duas horas negociando o termino da rebelião, sem que um interno se quer tenha sido arranhando.

Dois videos enviados para nosso blogs pelos internautas, mostram a truculência da policia na intervenção ocorrida na tentativa de desocupar sábado (14) a tarde a Escola José Lins do Rego,  M. Boi Mirim, Zona Sul da capital paulista. 

A escola esta ocupada por alunos e professores em protesto contra o fechamento de escolas pelo projeto de reorganização do governo do estado.

A violência e a força desnecessária usada pelos policiais foi grotesca, nos remetendo a seguinte pergunta. Para quem o Governo do PSDB de São Paulo governa?

Será que o governo do estado governa para a população ou para si próprio, visto que esta postura de tratar como bandidos trabalhadores e estudantes, que representam parcela significativa da sociedade, não é  nada correta.

Nos causa muita preocupação quando um governo se propõem a negociar com criminosos e  infratores, mas quando se trata do trabalhador e do estudantes, ele agride, espanca e humilha.

Isso também nos remete a uma outra pergunta. Que tipo de sociedade estamos construindo?

Esta pergunta deve ser feita muitas vezes, pois, inverter os papeis e posições como ocorre na gestão tucana em São Paulo, nos remete a um futuro temeroso e violento.  

O papel do estado é proteger e garantir a segurança dos seus cidadãos, bem como, garantir seus direitos delineados na Carta Maior da nação Brasileira.

No momento em que o estado deixa de cumprir este papel e passa a descumpri-los, utilizando a máquina estatal para reprimir aqueles que reivindicam o restabelecimento de seus direitos, este estado passa a ser um estado repressor, ilegal e abusivo no exercício de seu mister. 

Diante disso, seu governante deve ser interpelado, politicamente e judicialmente, pois não pode ele  colocar seus interesse politico sobre os interesses de seus representados. 

Mais que isso, deve ser representado junto a corte interamericana de Direitos Humanos, uma vez que o poder do estado e da máquina estatal deve ser rechaçado diante dos abusos cometidos por aqueles que fogem do papel constitucional a ele determinado, colocando em risco, física e psicologicamente cidadãos de direitos ainda em formação.

A violência cometida contra os professores, é inaceitável. Estes profissionais já cumprem seu papel com muita dificuldade diante das condições precárias a que estão colocados. 

Igualmente a violência contra os estudantes, que na sua maioria, estão em desenvolvimento mental. Para um jovem destes, que cumpre a lei e haje como cidadão, ser tratado como bandido, ser espancado por reivindicar seus direitos, pode leva-lo a um distúrbio emocional, psicológico e incentiva-lo  a reproduzir esta violência, tornado vitima a própria sociedade.

Professores precisam é de bons salários, de respeito, condições de trabalho, carinho e dignidade e não de policia, agressão e violência. Os estudantes precisam de dedicação, de incentivo, de apoio e respeito e não espancamento ou discriminação como ocorreu.

È necessário com urgência que a sociedade se movimente para exigir a mudança neste estado de coisas que ocorre na terra dos cosiques do PSDB, que levam um governante de forma absurda, achar que está acima da lei e da própria sociedade. Caso contrário, corre-se o risco de todos ficarmos reféns da tirania e da violência estatal.

Por;Gilberto Braw